Cuidados para evitar a celulite
A celulite afeta oito entre dez mulheres, segundo a Sociedade Brasileira de Medicina Estética. O problema, que deixa ondulações e o aspecto de casca de laranja na pele das pernas, do bumbum e até da barriga, resulta principalmente de três fatores: hereditariedade, alterações hormonais e problemas circulatórios. Sedentarismo, má alimentação, estresse, álcool, cigarro, e roupa apertada agravam o problema. Cada um a sua maneira, prejudicam a circulação sangüínea e, assim, a eliminação de toxinas. O anticoncepcional aumenta a quantidade de hormônios que circulam no organismo, provocando compressão das veias e vasos linfáticos da microcirculação, muitas vezes desencadeando um processo inflamatório e, mais tarde, uma espécie de cicatriz que retrai a pele para dentro.
Daí o aspecto de casca de laranja. A celulite não tem cura, mas pode ser amenizada e ficar praticamente imperceptível em alguns casos. Quem segue uma dieta saudável e faz exercícios regularmente consegue reduzir as chances do problema se instalar ou se agravar. Médicos afirmam que 30 minutos diários de caminhada são suficientes para amenizar as celulites. Para as mulheres que sofrem o problema por causa dos hormônios, a saída é conversar com o médico para substituir a pílula por outra ou mudar o método anticoncepcional. Na alimentação, dê preferência aos alimentos menos calóricos e mais ricos em vitaminas, fibras e minerais, pois são reguladores do processo de produção de energia, além de diminuir a absorção de gordura e controlar a regeneração de tecido. Deve-se também beber dois litros de água por dia para hidratar o corpo e contribuir para a eliminação de toxinas pelos rins.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Tabela de calorias de bebidas
Tabela de calorias de bebidas
Água ardente 1/2 copo (100ml)= 231 Kcal
Batidas 1/2 copo (100ml) = 251 Kcal
Cerveja 1 copo (240ml) = 101 Kcal
Cerveja light Embalagem (360ml) = 148 Kcal
Champagne 1 taça = 85 Kcal
Chope 1 tulipa (150ml) = 90 Kcal
Cidra 1/2 copo (100ml) = 50 Kcal
Conhaque 1 dose (50ml) = 125 Kcal
Daiquiri 1/2 copo (100ml) = 116 Kcal
Gim 1 dose (30ml) = 60 Kcal
Licor de Jenipapo 1 cálice (20ml) = 90 Kcal
Licores 1 cálice (20ml) = 69 Kcal
Meia de seda 1 copo (240ml) = 140 Kcal
Ponche 1 copo (200ml) = 100 Kcal
Rum 1 copo de 50ml = 110 Kcal
Saquê 1 cálice (30ml) = 41 Kcal
Vermute doce 1 cálice (35ml) = 50 Kcal
Vermute seco 1 cálice (40ml) = 40 Kcal
Vinho branco doce 1 taça (110ml) = 142 Kcal
Vinho branco seco 1 taça (100ml) = 85 Kcal
Vinho de maçã 1 taça (100ml) = 32 Kcal
Vinho moscatel 1 taça (10ml) = 137 Kcal
Vinho rosé 1 taça (100ml) = 74 Kcal
Vinho tinto 1 taça (100ml) = 65 Kcal
Vodka 1 cálice (30ml) = 72 Kcal
Wisky 1 dose (100ml) = 240 Kcal
Coca-cola 300 ml = 168 Kcal
Coca-cola 500 ml = 281 Kcal
Coca-cola 700 ml = 394 Kcal
Diet coke 300 ml = 0,6 Kcal
Diet coke 500 ml = 1 Kcal
Diet coke 700 ml = 1,4 Kcal
Guaraná 300 ml = 149 Kcal Guaraná 500 ml = 242 Kcal
Guaraná 700 ml = 338 Kcal
Diet guaraná 300 ml = 0,6 Kcal
Diet guaraná 500 ml = 1 Kcal
Diet Guaraná 700 ml = 1 Kcal
Água ardente 1/2 copo (100ml)= 231 Kcal
Batidas 1/2 copo (100ml) = 251 Kcal
Cerveja 1 copo (240ml) = 101 Kcal
Cerveja light Embalagem (360ml) = 148 Kcal
Champagne 1 taça = 85 Kcal
Chope 1 tulipa (150ml) = 90 Kcal
Cidra 1/2 copo (100ml) = 50 Kcal
Conhaque 1 dose (50ml) = 125 Kcal
Daiquiri 1/2 copo (100ml) = 116 Kcal
Gim 1 dose (30ml) = 60 Kcal
Licor de Jenipapo 1 cálice (20ml) = 90 Kcal
Licores 1 cálice (20ml) = 69 Kcal
Meia de seda 1 copo (240ml) = 140 Kcal
Ponche 1 copo (200ml) = 100 Kcal
Rum 1 copo de 50ml = 110 Kcal
Saquê 1 cálice (30ml) = 41 Kcal
Vermute doce 1 cálice (35ml) = 50 Kcal
Vermute seco 1 cálice (40ml) = 40 Kcal
Vinho branco doce 1 taça (110ml) = 142 Kcal
Vinho branco seco 1 taça (100ml) = 85 Kcal
Vinho de maçã 1 taça (100ml) = 32 Kcal
Vinho moscatel 1 taça (10ml) = 137 Kcal
Vinho rosé 1 taça (100ml) = 74 Kcal
Vinho tinto 1 taça (100ml) = 65 Kcal
Vodka 1 cálice (30ml) = 72 Kcal
Wisky 1 dose (100ml) = 240 Kcal
Coca-cola 300 ml = 168 Kcal
Coca-cola 500 ml = 281 Kcal
Coca-cola 700 ml = 394 Kcal
Diet coke 300 ml = 0,6 Kcal
Diet coke 500 ml = 1 Kcal
Diet coke 700 ml = 1,4 Kcal
Guaraná 300 ml = 149 Kcal Guaraná 500 ml = 242 Kcal
Guaraná 700 ml = 338 Kcal
Diet guaraná 300 ml = 0,6 Kcal
Diet guaraná 500 ml = 1 Kcal
Diet Guaraná 700 ml = 1 Kcal
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Dia do Professor de Educação Física
Dia do Professor de Educação Física
O dia do professor de educação física é, originalmente, celebrado no dia 15 de junho.
Porém, com a regulamentação da profissão no dia 1º de setembro de 1998, criou-se uma polêmica.
Aqueles que são a favor da regulamentação – ou seja, que o Conselho Federal de Educação Física zele pela qualidade do serviço do profissional de educação física – querem que o dia seja mudado para 1º de setembro. Mas nada ainda está resolvido. O importante é que a maioria dos profissionais nem sabe que existe um dia dedicado a eles.
Com a onda do culto ao corpo, os professores de educação física conseguem espaço no mercado de trabalho. O problema é que, muitas vezes, as academias contratam pessoas sem qualificação necessária, nivelando os salários por baixo.
Basta o sujeito ser meio forçudo que acaba conseguindo o emprego, tomando o lugar de profissionais formados. Um professor de verdade sabe que é preciso checar a respiração do aluno, conferir o batimento cardíaco, o cansaço, sempre evitando que ele ultrapasse o limite.
Aquecimentos e movimentos corretos são preocupações constantes.
Autor: Juscelino Tanaka
O dia do professor de educação física é, originalmente, celebrado no dia 15 de junho.
Porém, com a regulamentação da profissão no dia 1º de setembro de 1998, criou-se uma polêmica.
Aqueles que são a favor da regulamentação – ou seja, que o Conselho Federal de Educação Física zele pela qualidade do serviço do profissional de educação física – querem que o dia seja mudado para 1º de setembro. Mas nada ainda está resolvido. O importante é que a maioria dos profissionais nem sabe que existe um dia dedicado a eles.
Com a onda do culto ao corpo, os professores de educação física conseguem espaço no mercado de trabalho. O problema é que, muitas vezes, as academias contratam pessoas sem qualificação necessária, nivelando os salários por baixo.
Basta o sujeito ser meio forçudo que acaba conseguindo o emprego, tomando o lugar de profissionais formados. Um professor de verdade sabe que é preciso checar a respiração do aluno, conferir o batimento cardíaco, o cansaço, sempre evitando que ele ultrapasse o limite.
Aquecimentos e movimentos corretos são preocupações constantes.
Autor: Juscelino Tanaka
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
9 formas de evitar obesidade em crianças
Algumas doenças têm um caráter, digamos, democrático. Não distinguem classe social, cor, nacionalidade ou faixa etária. A obesidade sem dúvida preside esse partido — para o nosso azar, já que ela pode ser o estopim de problemas como diabete, hipertensão, infartos e derrames. Nem mesmo os bebês estão livres desse fantasma. No Brasil, nada menos que 10% das crianças com menos de 5 anos já têm sobrepeso ou são obesas. “É um dado preocupante, porque o risco de elas se tornarem adolescentes e, de quebra, adultos obesos é muito maior”, enfatiza Clóvis Francisco Constantino, presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo.
O futuro que aguarda um bebê rechonchudo além da conta é assombroso. Para ter uma idéia, só na faixa dos 5 aos 9 anos, a obesidade cresceu 300% entre 1989 e 2009 — e, com ela, a incidência de doenças que antes só importunavam gente grande. “Na prática clínica, já é rotina medir a pressão e avaliar os níveis de gordura no sangue de crianças, exames que só costumavam ser pedidos mais tarde”, conta a nutricionista Maria Emilia Suplicy, do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, no Paraná.
Para nortear o diagnóstico nos pequenos, o Ministério da Saúde adota curvas da Organização Mundial da Saúde (OMS) que levam em conta o sexo, a idade e o índice de massa corporal, calculado com base no peso e na altura. Apesar de não serem as únicas causas, erros na alimentação e a falta de atividades com gasto calórico são apontados como os grandes culpados pelo excesso de peso na criançada.
Dizer que é preciso ter uma dieta equilibrada e uma vida ativa pode soar genérico. Por isso, listamos aqui fatores mais específicos — alguns contornáveis, outros nem sempre — que merecem atenção desde cedo. Evitá-los contribui para uma posteridade mais esbelta e cheia de saúde.
1) Leite materno por menos de seis meses
A nutricionista Deborah Masquio, do Grupo de estudos da obesidade da universidade Federal de São Paulo, observou que a amamentação exclusiva até os 6 meses, recomendada pela OMS, está relacionada a valores significativamente mais baixos de índice de massa corporal, gordura e circunferência abdominal na adolescência. Em um trabalho com 118 jovens, ela notou também que quem mamou durante mais tempo apresenta hoje níveis maiores do hormônio adiponectina. “Ele possui efeitos benéficos contra processos inflamatórios e aumenta a sensibilidade à insulina”, explica. Já a concentração de resistina, hormônio que favorece mecanismos ligados à obesidade, é maior nos que receberam outros alimentos mais cedo.
2) Cesariana
Crianças que nascem desse tipo de parto apresentam um risco 58% maior de desenvolver obesidade na fase adulta. A constatação vem de um estudo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. Uma possível explicação para o elo está na flora intestinal dos bebês. Ela teria sua composição alterada conforme a maneira que eles vêm ao mundo, caso da cesariana. “A literatura mostra que determinados grupos de bactérias favorecem o acúmulo de peso”, comenta o professor Marco antonio Barbieri, que coordenou a equipe de pesquisa. Em 2008, as cesáreas já representavam 43% dos partos no Brasil — esse número deveria ser de, no máximo, 15%.
3) Mamadeira depois dos 2 anos
Surgiu da parceria entre a Universidade do Estado de Ohio e a Temple University, nos Estados Unidos, a pesquisa que acende o alerta em relação à mamadeira. Segundo o levantamento, feito com quase 7 mil crianças, usá-la como principal meio de ingestão de líquidos depois dos 2 anos abre caminho para o excesso de peso. Para Clóvis Constantino, presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo, o problema é que o bebê acaba tomando uma quantidade maior de leite ou suco do que no copo, até pela própria diferença de tamanho dos dois utensílios. Sem contar que o consumo de calorias cresce, porque a mamadeira é oferecida como complemento à alimentação sólida.
4) Pouca brincadeira
Eis um elemento importantíssimo na equação que leva ao acúmulo de gordura: o sedentarismo. O Colégio Americano de Medicina Esportiva provou que quanto mais brinquedos ativos, como bolas, os pequenos possuem — não valem tv, computador nem videogame —, mais eles se movimentam. Parece óbvio, mas muitos adultos não dão a mínima para as brincadeiras ao ar livre, por exemplo. “Da mesma forma que os pais se preocupam com matrículas em cursos de línguas desde cedo, devem estimular a atividade física regular”, afirma o endocrinologista Gregório lima Souza, da Universidade Estadual Paulista, em Botucatu, no interior do estado.
5) Falta de orientação médica
Não dá para esquecer que a obesidade é uma doença e, como tal, pode ser desencadeada por síndromes, disfunções hormonais e fatores genéticos. “Essas situações correspondem a apenas 5% das ocorrências de excesso de peso em crianças”, afirma Gregório Souza. Mas nem por isso devem ser menosprezadas. Um caso de hipotireoidismo, por exemplo, em que a glândula tireoide funciona em ritmo mais lento e leva ao ganho de dobrinhas, requer orientação e tratamento. A possibilidade de um fator biológico estar por trás da gordura extra sempre deve ser investigada pelo pediatra ou pelo endocrinologista.
6)Olha o aviãozinho!
Está para nascer uma mãe que nunca tenha exagerado na quantidade de comida que oferece aos filhos — sempre com a melhor das intenções, claro. Os especialistas consultados por SAÚDE insistem, no entanto, na importância de entender que o pequeno não deve comer a mesma quantidade de um adulto. “O melhor é servir menos e, depois, se a criança quiser repetir, acrescentar um pouco mais ao prato, sem exageros”, orienta a nutricionista Julliana Bonato, de São Paulo. Se não houver esse cuidado, corre-se o risco de ela se acostumar a colocar para dentro aquele volume enorme de alimento, sem necessidade.
7) Sistema de recompensa
Segundo Julliana Bonato, contar mentirinhas e fazer promessas na tentativa de convencer a criança a comer não são estratégias eficientes. “Isso pode aumentar a resistência diante de um alimento”, diz. A velha história de raspar o prato para só então atacar aquela sobremesa deliciosa é uma dessas furadas. Ora, se a refeição principal é obrigação e o doce a parte boa, o que é saudável sempre será associado ao chato. Mais: se os pais precisam encorajar seu filho a comer algo, ele entende que aquilo não deve ser lá muito saboroso. O resultado é a tendência a valorizar as guloseimas e deixar o que faz bem de lado.
8) Falta de familiaridade com opções saudáveis
É na infância que o paladar começa a se desenvolver. E o prazer, você há de concordar, é essencial na relação que estabelecemos com os alimentos. Daí que criar gosto por frutas, verduras, legumes e comidas com pouco sal desde pequeno facilita muito as coisas lá na frente. Não que a tarefa seja fácil. Primeiro porque os próprios pais devem servir de exemplo — exigir que o pequeno coma brócolis, enquanto você sempre devora snacks. Em segundo lugar, é preciso persistência. “Cada alimento novo deve ser apresentado dez vezes à criança”, avisa a nutricionista Maria Emilia Suplicy, do hospital Pequeno Príncipe. O segredo é variar no preparo: sirva a cenoura crua, picada, cozida, ralada, amassada...
9) Ambiente estressante
Mudança de casa, nascimento de um irmão ou uma doença são exemplos de situações que deixam a criança sob tensão. Mas há casos em que o relacionamento com os pais já é, por si só, motivo de insegurança. “Para que ela se sinta protegida, equilibre controle e tolerância”, recomenda Harumi Kaihami, psicóloga do ambulatório de Pediatria Social do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Pesquisadores da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, descobriram que pequenos de 2 anos que se sentem emocionalmente inseguros estão 30% mais sujeitos a desenvolver obesidade. “O estresse pode se manifestar em forma de asma, cefaléia, erupções na pele e aumento de peso”, exemplifica Harumi.
Colheradas a mais
Quem já teve que mandar goela abaixo até o último grão de arroz sem a menor vontade sabe que uma colherada a mais pode ser um suplício quando se está satisfeito. A criançada percebe nitidamente o sinal de saciedade que o organismo envia ao cérebro. Assim, salvo exceções, birras ou recomendações médicas, pense duas vezes antes de forçar a barra para que o pequeno coma mais.
Comer em família
Cientistas da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, acompanharam 183 mil crianças e adolescentes de 2 a 17 anos e concluíram que dividir a mesa com os pais ajuda a manter uma alimentação mais equilibrada. O grupo que realizava as refeições em família apresentou redução de 12% no sobrepeso, consumo 20% menor de alimentos calóricos e incidência 35% mais baixa de distúrbios alimentares. “Os momentos à mesa também são importantes para a socialização e o diálogo entre as pessoas da casa”, acrescenta a psicóloga Harumi Kaihami.
O futuro que aguarda um bebê rechonchudo além da conta é assombroso. Para ter uma idéia, só na faixa dos 5 aos 9 anos, a obesidade cresceu 300% entre 1989 e 2009 — e, com ela, a incidência de doenças que antes só importunavam gente grande. “Na prática clínica, já é rotina medir a pressão e avaliar os níveis de gordura no sangue de crianças, exames que só costumavam ser pedidos mais tarde”, conta a nutricionista Maria Emilia Suplicy, do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, no Paraná.
Para nortear o diagnóstico nos pequenos, o Ministério da Saúde adota curvas da Organização Mundial da Saúde (OMS) que levam em conta o sexo, a idade e o índice de massa corporal, calculado com base no peso e na altura. Apesar de não serem as únicas causas, erros na alimentação e a falta de atividades com gasto calórico são apontados como os grandes culpados pelo excesso de peso na criançada.
Dizer que é preciso ter uma dieta equilibrada e uma vida ativa pode soar genérico. Por isso, listamos aqui fatores mais específicos — alguns contornáveis, outros nem sempre — que merecem atenção desde cedo. Evitá-los contribui para uma posteridade mais esbelta e cheia de saúde.
1) Leite materno por menos de seis meses
A nutricionista Deborah Masquio, do Grupo de estudos da obesidade da universidade Federal de São Paulo, observou que a amamentação exclusiva até os 6 meses, recomendada pela OMS, está relacionada a valores significativamente mais baixos de índice de massa corporal, gordura e circunferência abdominal na adolescência. Em um trabalho com 118 jovens, ela notou também que quem mamou durante mais tempo apresenta hoje níveis maiores do hormônio adiponectina. “Ele possui efeitos benéficos contra processos inflamatórios e aumenta a sensibilidade à insulina”, explica. Já a concentração de resistina, hormônio que favorece mecanismos ligados à obesidade, é maior nos que receberam outros alimentos mais cedo.
2) Cesariana
Crianças que nascem desse tipo de parto apresentam um risco 58% maior de desenvolver obesidade na fase adulta. A constatação vem de um estudo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. Uma possível explicação para o elo está na flora intestinal dos bebês. Ela teria sua composição alterada conforme a maneira que eles vêm ao mundo, caso da cesariana. “A literatura mostra que determinados grupos de bactérias favorecem o acúmulo de peso”, comenta o professor Marco antonio Barbieri, que coordenou a equipe de pesquisa. Em 2008, as cesáreas já representavam 43% dos partos no Brasil — esse número deveria ser de, no máximo, 15%.
3) Mamadeira depois dos 2 anos
Surgiu da parceria entre a Universidade do Estado de Ohio e a Temple University, nos Estados Unidos, a pesquisa que acende o alerta em relação à mamadeira. Segundo o levantamento, feito com quase 7 mil crianças, usá-la como principal meio de ingestão de líquidos depois dos 2 anos abre caminho para o excesso de peso. Para Clóvis Constantino, presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo, o problema é que o bebê acaba tomando uma quantidade maior de leite ou suco do que no copo, até pela própria diferença de tamanho dos dois utensílios. Sem contar que o consumo de calorias cresce, porque a mamadeira é oferecida como complemento à alimentação sólida.
4) Pouca brincadeira
Eis um elemento importantíssimo na equação que leva ao acúmulo de gordura: o sedentarismo. O Colégio Americano de Medicina Esportiva provou que quanto mais brinquedos ativos, como bolas, os pequenos possuem — não valem tv, computador nem videogame —, mais eles se movimentam. Parece óbvio, mas muitos adultos não dão a mínima para as brincadeiras ao ar livre, por exemplo. “Da mesma forma que os pais se preocupam com matrículas em cursos de línguas desde cedo, devem estimular a atividade física regular”, afirma o endocrinologista Gregório lima Souza, da Universidade Estadual Paulista, em Botucatu, no interior do estado.
5) Falta de orientação médica
Não dá para esquecer que a obesidade é uma doença e, como tal, pode ser desencadeada por síndromes, disfunções hormonais e fatores genéticos. “Essas situações correspondem a apenas 5% das ocorrências de excesso de peso em crianças”, afirma Gregório Souza. Mas nem por isso devem ser menosprezadas. Um caso de hipotireoidismo, por exemplo, em que a glândula tireoide funciona em ritmo mais lento e leva ao ganho de dobrinhas, requer orientação e tratamento. A possibilidade de um fator biológico estar por trás da gordura extra sempre deve ser investigada pelo pediatra ou pelo endocrinologista.
6)Olha o aviãozinho!
Está para nascer uma mãe que nunca tenha exagerado na quantidade de comida que oferece aos filhos — sempre com a melhor das intenções, claro. Os especialistas consultados por SAÚDE insistem, no entanto, na importância de entender que o pequeno não deve comer a mesma quantidade de um adulto. “O melhor é servir menos e, depois, se a criança quiser repetir, acrescentar um pouco mais ao prato, sem exageros”, orienta a nutricionista Julliana Bonato, de São Paulo. Se não houver esse cuidado, corre-se o risco de ela se acostumar a colocar para dentro aquele volume enorme de alimento, sem necessidade.
7) Sistema de recompensa
Segundo Julliana Bonato, contar mentirinhas e fazer promessas na tentativa de convencer a criança a comer não são estratégias eficientes. “Isso pode aumentar a resistência diante de um alimento”, diz. A velha história de raspar o prato para só então atacar aquela sobremesa deliciosa é uma dessas furadas. Ora, se a refeição principal é obrigação e o doce a parte boa, o que é saudável sempre será associado ao chato. Mais: se os pais precisam encorajar seu filho a comer algo, ele entende que aquilo não deve ser lá muito saboroso. O resultado é a tendência a valorizar as guloseimas e deixar o que faz bem de lado.
8) Falta de familiaridade com opções saudáveis
É na infância que o paladar começa a se desenvolver. E o prazer, você há de concordar, é essencial na relação que estabelecemos com os alimentos. Daí que criar gosto por frutas, verduras, legumes e comidas com pouco sal desde pequeno facilita muito as coisas lá na frente. Não que a tarefa seja fácil. Primeiro porque os próprios pais devem servir de exemplo — exigir que o pequeno coma brócolis, enquanto você sempre devora snacks. Em segundo lugar, é preciso persistência. “Cada alimento novo deve ser apresentado dez vezes à criança”, avisa a nutricionista Maria Emilia Suplicy, do hospital Pequeno Príncipe. O segredo é variar no preparo: sirva a cenoura crua, picada, cozida, ralada, amassada...
9) Ambiente estressante
Mudança de casa, nascimento de um irmão ou uma doença são exemplos de situações que deixam a criança sob tensão. Mas há casos em que o relacionamento com os pais já é, por si só, motivo de insegurança. “Para que ela se sinta protegida, equilibre controle e tolerância”, recomenda Harumi Kaihami, psicóloga do ambulatório de Pediatria Social do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Pesquisadores da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, descobriram que pequenos de 2 anos que se sentem emocionalmente inseguros estão 30% mais sujeitos a desenvolver obesidade. “O estresse pode se manifestar em forma de asma, cefaléia, erupções na pele e aumento de peso”, exemplifica Harumi.
Colheradas a mais
Quem já teve que mandar goela abaixo até o último grão de arroz sem a menor vontade sabe que uma colherada a mais pode ser um suplício quando se está satisfeito. A criançada percebe nitidamente o sinal de saciedade que o organismo envia ao cérebro. Assim, salvo exceções, birras ou recomendações médicas, pense duas vezes antes de forçar a barra para que o pequeno coma mais.
Comer em família
Cientistas da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, acompanharam 183 mil crianças e adolescentes de 2 a 17 anos e concluíram que dividir a mesa com os pais ajuda a manter uma alimentação mais equilibrada. O grupo que realizava as refeições em família apresentou redução de 12% no sobrepeso, consumo 20% menor de alimentos calóricos e incidência 35% mais baixa de distúrbios alimentares. “Os momentos à mesa também são importantes para a socialização e o diálogo entre as pessoas da casa”, acrescenta a psicóloga Harumi Kaihami.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Nutrição & Saúde
Dizem que “quando a boca sabe comer, o corpo é saudável, quando a mente sabe pensar, a alma é feliz”. Para viver melhor, com mais saúde, é preciso que o ato de comer seja consciente, Isto é, que se saiba escolher o que comer não apenas pela força do hábito ou do prazer, mas também pelo que os alimentos representam para o nosso corpo.
Poderíamos dizer que os alimentos são como “pacotinhos”, que, ao serem “abertos” o nosso aparelho digestivo, libera os nutrientes que contem, ou seja, as proteínas, hidratos de carbono, gorduras, vitaminas, minerais, água e fibras. Cada um desses nutrientes vai exercer uma função, em nosso corpo.
A proteína tem a função construtora, que quer dizer, formam as células, o sangue, os hormônios, fazem o corpo crescer. As gorduras e hidratos de carbono, por sua vez são Energéticos, ou seja, é o combustível de que dispomos para funcionar, respirar, andar, brincar, trabalhar. Já as vitaminas, os minerais e as fibras têm função reguladora, ou seja, regulam o funcionamento do organismo, protegendo-o contra as doenças.
Na prática, dividimos os alimentos, segundo os nutrientes que eles contêm, nesses três grupos: Construtores (carnes em geral, leite, iogurte, queijo, ovos, feijão, soja, ervilha seca e lentilha); Energéticos (arroz, trigo, milho, aveia, batata, mandioca, massas, pão, açúcar, mel, manteiga, óleo, banha, creme de leite); e Reguladores (verduras, legumes e frutas em geral).
E a primeira “dica” para equilibrar um cardápio é a seguinte inclua, sempre, pelo menos um alimento de cada grupo em cada refeição.
Você pode incluir mais de um alimento de cada grupo, mas evite excesso dos Energéticos (engordam!) e dos construtores (além de muitos caros, podem sobrecarregar o organismo). Por outro lado, não deixe faltar os reguladores, que, de um modo geral, são menos engordativos e protegem a saúde.
A já conhecida “Pirâmide de Alimentação” indica o número de porções de cada grupo que devemos ingerir diariamente. As quantidades mínimas, em cada grupo, correspondem as necessidades de mulheres com pouca atividade física ou com excesso de peso. As quantidades máximas, em cada grupo, correspondem às necessidades de pessoas jovens, ativas e sem excesso de peso.
HAYDÉE MARIA R. POZZI
Nutricionista – CRN 27909P
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
DICAS PARA COMPRAS MAGRAS
DICAS PARA COMPRAS MAGRAS
Para fazer um supermercado saudável e magrinho fique atenta as sugestões da Nutricionista Haydée Maria R. Pozzi, do SPA ÁGUA SANTA pois ensina como “escapar” das tentações e, de quebra, levar para casa somente os produtos amigos da sua dieta
• Na hora de fazer a lista de compras anote apenas o que for essencial, sem incluir itens, muitas vezes, dispensáveis para o seu consumo e que podem comprometer uma refeição leve e nutritiva.
• Evite fazer compras com fome! Assim você acaba colocando no carrinho guloseimas e outros petiscos nem sempre saudáveis.
• Tem filhos pequenos? Procure não levá-los com você. Os supermercados geralmente colocam as iguarias, nada magras, próximas aos olhos dos pequenos e, se você mantém o hábito de dar tudo o que eles querem, será difícil não adquirir tais alimentos.
• Opte sempre por sucos de fruta de caixinha na versão light (caso não tenha tempo de prepará-la em casa) e fuja dos refrigerantes, mesmo os sem açúcar, já que o consumo freqüente pode comprometer a saúde dos seus ossos a longo prazo, além de não nutrir.
• Se é chocólatra, compre apenas pequenas porções (preferencialmente do chocolate meio amargo ou com castanhas). Quando bater aquela vontade de comer, você não terá a mão uma barra inteira para consumir. Um pedaço será suficiente para saciar a vontade de comer doce.
• Fique longe das bolachas recheadas, especialmente as que contêm gordura trans (ela aumenta o colesterol “ruim” e diminui o “bom”, além de contribuir para o crescimento dos famosos “pneuzinhos”). Dê preferência aos cookies integrais com castanhas e bolachas simples sem recheio.
• Compre alimentos em pequenas quantidades para que não seja induzida a comer mais do que o necessário, especialmente se faz a maioria das refeições fora de casa.
• Setor de frutas, legumes e verduras: faça deste o seu espaço preferido e abuse das inúmeras opções que irão garantir uma dieta benéfica e balanceada onde você vai garantir um aporte vitamínico necessário para o organismo. Se puder, escolha os orgânicos que, além de oferecerem mais nutrientes, são livres de agrotóxicos (agentes químicos).
• Dispense molhos gordurosos e engordativos. O ideal é ficar no “básico” limão, azeite extravirgem, ervas desidratadas (orégano, manjericão, pimenta). Iogurte desnatado com limão e manjericão, faz um gostoso molho para sua salada, por ex...Você poupa calorias e ganha saúde.
• Para o café da manhã vá direto á prateleira dos integrais (pães, bolachas e cereais) e lembre-se dos queijos brancos, cottage ou coalhada light. Na versão leve, as geléias também são ótimas escolhas, assim como os iogurtes desnatados...
• Observe e compare as informações nutricionais nos rótulos das embalagens para saber o teor de gorduras e o valor calórico do alimento que irá consumir.
Para fazer um supermercado saudável e magrinho fique atenta as sugestões da Nutricionista Haydée Maria R. Pozzi, do SPA ÁGUA SANTA pois ensina como “escapar” das tentações e, de quebra, levar para casa somente os produtos amigos da sua dieta
• Na hora de fazer a lista de compras anote apenas o que for essencial, sem incluir itens, muitas vezes, dispensáveis para o seu consumo e que podem comprometer uma refeição leve e nutritiva.
• Evite fazer compras com fome! Assim você acaba colocando no carrinho guloseimas e outros petiscos nem sempre saudáveis.
• Tem filhos pequenos? Procure não levá-los com você. Os supermercados geralmente colocam as iguarias, nada magras, próximas aos olhos dos pequenos e, se você mantém o hábito de dar tudo o que eles querem, será difícil não adquirir tais alimentos.
• Opte sempre por sucos de fruta de caixinha na versão light (caso não tenha tempo de prepará-la em casa) e fuja dos refrigerantes, mesmo os sem açúcar, já que o consumo freqüente pode comprometer a saúde dos seus ossos a longo prazo, além de não nutrir.
• Se é chocólatra, compre apenas pequenas porções (preferencialmente do chocolate meio amargo ou com castanhas). Quando bater aquela vontade de comer, você não terá a mão uma barra inteira para consumir. Um pedaço será suficiente para saciar a vontade de comer doce.
• Fique longe das bolachas recheadas, especialmente as que contêm gordura trans (ela aumenta o colesterol “ruim” e diminui o “bom”, além de contribuir para o crescimento dos famosos “pneuzinhos”). Dê preferência aos cookies integrais com castanhas e bolachas simples sem recheio.
• Compre alimentos em pequenas quantidades para que não seja induzida a comer mais do que o necessário, especialmente se faz a maioria das refeições fora de casa.
• Setor de frutas, legumes e verduras: faça deste o seu espaço preferido e abuse das inúmeras opções que irão garantir uma dieta benéfica e balanceada onde você vai garantir um aporte vitamínico necessário para o organismo. Se puder, escolha os orgânicos que, além de oferecerem mais nutrientes, são livres de agrotóxicos (agentes químicos).
• Dispense molhos gordurosos e engordativos. O ideal é ficar no “básico” limão, azeite extravirgem, ervas desidratadas (orégano, manjericão, pimenta). Iogurte desnatado com limão e manjericão, faz um gostoso molho para sua salada, por ex...Você poupa calorias e ganha saúde.
• Para o café da manhã vá direto á prateleira dos integrais (pães, bolachas e cereais) e lembre-se dos queijos brancos, cottage ou coalhada light. Na versão leve, as geléias também são ótimas escolhas, assim como os iogurtes desnatados...
• Observe e compare as informações nutricionais nos rótulos das embalagens para saber o teor de gorduras e o valor calórico do alimento que irá consumir.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
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